Quarta-feira, 30 de Maio de 2007
Sábado, 12 de Maio de 2007
Partido Comunista Português
PROGRAMA "PRÓS E CONTRAS" DE 7 DE MAIO DE 2007 PARECER DO PROVEDOR DO TELESPECTADOR |
| Quinta, 10 Maio 2007 |
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1. A constituição do painel de convidados no programa «PRÓS E CONTRAS» exibido na noite da última segunda-feira, dia 07.05.07, fez chegar ao Gabinete do Provedor do Telespectador um conjunto de muitas críticas e mensagens de reprovação. Particularmente, muitos Telespectadores insurgiam-se contra o facto de o critério de escolha, mais uma vez, poder ser interpretado como uma ostensiva discriminação de personalidades representativas do pensamento do Partido Comunista Português.
2. O Provedor tem presente que não tem – nem deve – imiscuir-se nos critérios de escolha dos convidados para este ou para qualquer outro programa.
3. A reprovação do critério da constituição do painel de convidados deste programa já foi várias vezes contestada por parte de muitos Telespectadores, em especial quando as personalidades em presença têm manifesta ligação partidária.
4. Por isso mesmo, o Provedor do Telespectador também já mais de uma vez referiu esta queixa junto do Director de Programas e da Jornalista responsável pelo programa, Fátima Campos Ferreira. A questão foi, aliás, tema de um programa «A VOZ DO CIDADÃO».
5. A justificação apresentada pelo Director de Programas e pela Jornalista Fátima Campos Ferreira é a de que o programa «PRÓS E CONTRAS» “é um debate de ideias” sem atender “a uma representação do leque parlamentar”. Essa mesma explicação é aquela que se pode ler na imprensa que referiu largamente este assunto em resposta ao correspondente protesto por parte de representantes do PCP.
6. Face ao elevado número de queixas recebidas no Gabinete do Provedor, o Provedor entende dever exprimir o seguinte:
A – É aceitável, e deveria ser rigorosamente cumprido, o critério expresso pelos responsáveis do programa em relação à constituição do painel de convidados.
B – Contudo, relativamente ao programa de ontem que tinha como tema «Choque de Valores» (Direita e Esquerda) e face aos convidados em presença – personalidades socialmente reconhecidas para a representatividade com que foram designadas, mas igualmente de indesmentível ligação pública aos quadrantes ideológicos e partidários que se lhes atribui -, a omissão de uma personalidade na esfera política do PCP é facilmente susceptível de consubstanciar uma atitude de discriminação.
C – Assim, relativamente ao programa “PRÓS E CONTRAS” do passado dia 7 de Maio, não pode deixar de concordar que a não presença de uma personalidade ligada ao PCP é justificativa das queixas apresentadas e entende que, naquelas circunstâncias, o critério de escolha deveria ter sido outro.
Lisboa, 8 de Maio de 2007
José Manuel Paquete de Oliveira, Provedor do Telespectador da RTP”
extraido do site do: PCP
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Sábado, 5 de Maio de 2007
Terça-feira, 1 de Maio de 2007
| 1º de Maio de 2007
 A união faz a força | A praga do desemprego que vem da década de oitenta ainda se acentua hoje mais com a necessidade do estado racionalizar os seus serviços.
Em vez de se preocupar com a distribuição do trabalho por mais braços ainda se aumenta o tempo de trabalho para os empregados.
O busílis da questão é que a concorrência internacional exige maior produtividade para se produzir a preços concorrentes de mercado. O patronato tornou-se muito agressivo e em grande parte extremamente desumano, só orientado pelos interesses de accionistas anónimos cujos objectivos são apenas o lucro, à custa dos trabalhadores e do humanismo. A globalização actua como um turbilhão que engole indivíduos e instituições. | As palavras acima estão num artigo de "A Voz do Proletário" de Maio do ano passado, mas são bem actuais. Cada vez mais se exige AUMENTO de produção aos trabalhadores e se vêem reduzidos os seus direitos e salários. Nunca o poder capitalista teve tanta força desde Abril de 1974. E com base numa UE forte e competitiva vêem-se os direitos laborais irem-se desaparecendo e ultimamente muito se fala em "flexisegurança", um palavrão que a única finalidade que tem é dar aos patrões mais condições para explorar os empregados. A Bandeira Vermelha |