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A Bandeira
Vermelha
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Sexta-feira, 25 de Setembro de 2009
Domingo vote bem...
sinto-me:
VOTE CDU
Tempo de Antena da CDU exibido a 24 Setembro na RTP1 e SIC
Quarta-feira, 23 de Setembro de 2009
O PS não compreendeu... nem vai compreender!
O PS não compreendeu...
nem vai compreender
Heloísa Apolónia 22 Set 2009
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Quem via os debates com o 1º Ministro na Assembleia da República e via a sua certeza absoluta sobre tudo e o seu mar de anúncios de apoios sociais, assistia à esquematização de um país virtual que não correspondia ao país real.
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Nós, na CDU, que andámos sempre no “terreno”, junto das populações e a conhecer os problemas concretos do país, para os traduzir com conhecimento no Parlamento, sabíamos (e como o denunciámos!!) que o país estava noutro estado, que as dificuldades aumentavam e que a justiça social se definhava.
Eis senão quando surge a campanha eleitoral para as legislativas e membros do PS, com responsabilidade em muitas matérias graves que se aprovaram na Assembleia da República, começam a pôr um ar de “cordeirinhos” e uma capa de humildade, nunca antes vista, e começam a reconhecer erros que cometeram sobre coisas que há uns meses afirmavam peremptoriamente que estavam mais que certas:
O 1º Ministro reconhece que o sistema de avaliação de professores não correu bem. Então, quando 120.000 professores de uma vez, e noutra 100.000 professores, se manifestaram nas ruas contra as medidas do Governo, não percebeu logo que as coisas não estavam a correr nada bem?
Deputados do PS reconhecem que o sistema de financiamento do ensino superior não correu bem. Então, quando as universidades estranguladas financeiramente pelo Governo, aumentaram as propinas, dificultando a frequência deste ensino por muitos estudantes, não repararam que as coisas estavam a correr bem mal?
Membros do Governo vêm agora reconhecer que a integração de trabalhadores na mobilidade especial não correu muito bem, que houve precipitações. Então, não repararam que quando o PS definiu que 107.000 postos de trabalho na função pública eram para liquidar, as coisas correriam mal, designadamente ao nível do desemprego?
Pois é… a campanha eleitoral fá-los reconhecer muitas coisas, porque eles sabem o quanto prejudicaram as pessoas com políticas que valorizaram o sistema financeiro e delapidaram as condições de vida das populações. Não há forma de o negar! Reconhecimentos de campanha… a seguir, se lhes derem força, farão tudo igual e voltaremos a ouvir Sócrates no seu fantástico país virtual, com as suas certezas absolutas e a sua arrogância inata.
É por isso que digo, cada vez com mais convicção: este país precisa tanto de mais CDU!
FONTE: CDU - opiniões
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Sábado, 18 de Julho de 2009
CDU 2009
Sábado, 16 de Maio de 2009
Participa...

Sábado, 2 de Maio de 2009
No primeiro de Maio
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1º de Maio de 2009
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Vídeo sobre a manifestação do 1º de Maio 2009, em Lisboa
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Sexta-feira, 24 de Abril de 2009
Abril de novo...
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Tempo de antena
"Abril de novo"
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Tempo de Antena do PCP exibido na RTP1 a 22 de Abril de 2009
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Quinta-feira, 23 de Abril de 2009
Hora de mudança
Quarta-feira, 17 de Dezembro de 2008
nova lei comunitária sobre tempo de trabalho
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UE / Trabalho: Parlamento Europeu
vota nova lei comunitária sobre tempo de trabalho
17 de Dezembro de 2008, 06:25
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Estrasburgo, França, 17 Dez (Lusa) - O Parlamento Europeu vai pronunciar-se hoje em Estrasburgo sobre a nova lei de tempo de trabalho, votando várias emendas ao texto acordado entre os 27, muito criticado por sindicatos e trabalhadores e pela maioria dos deputados portugueses.
Em Junho passado, os ministros do Trabalho da União Europeia alcançaram no Luxemburgo um acordo sobre uma proposta apresentada pela então presidência eslovena, que prevê a possibilidade de ser ultrapassado o actual tecto de 48 horas semanais, contempla cláusulas de não participação, o chamado "opt out" e deixa de considerar tempo de trabalho o período inactivo de tempo de permanência.
A esse acordo ao nível do Conselho - que mereceu a abstenção do governo português -, a comissão de Emprego do Parlamento Europeu contrapõe com propostas de alterações, defendendo que a duração máxima do trabalho semanal na UE, calculada num período de 12 meses, deve continuar nas 48 horas, sem excepções, que a cláusula de não participação, ou opt-out, seja revogada três anos após a entrada em vigor da directiva, e que o tempo inactivo conte como tempo de trabalho.
Para que as propostas de alteração à posição comum do Conselho prevaleçam, precisam de ser aprovadas por, pelo menos, 393 eurodeputados, ou seja, pela maioria dos 785 deputados europeus, caso contrário o acordo alcançado em Junho terá força de lei, não havendo lugar a mais negociações.
Esse texto acordado, por maioria qualificada, pelos 27 - com a abstenção de Portugal e votos contra de alguns Estados-membros, caso da Espanha - é duramente criticado pela maioria dos eurodeputados portugueses das várias forças políticas, que o consideram um "retrocesso" em matéria de direitos dos trabalhadores.
Em defesa dos direitos dos trabalhadores decorreu na terça-feira em Estrasburgo numa acção de protesto que contou com a presença das centrais sindicais UGT e CGTP.
ACC.
Lusa/fim
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Quinta-feira, 24 de Julho de 2008
Já não vejo não ouço nem leio, mas não me deixo f....
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Vemos ouvimos e lemos
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não acho maior tortura nem nada mais deprimente que ter de chamar fartura à fome que a gente sente...
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